Paraíba

Uber bane motorista que praticou racismo religioso contra passageira em João Pessoa

A empresa Uber do Brasil Tecnologia, com sede em São Paulo, confirmou, através de ‘Nota’, que decidiu banir de sua plataforma o motorista que teria praticado racismo religioso contra uma passageira na cidade de João Pessoa, a senhora Lúcia de Oliveira, líder de um terreiro de Candomblé na capital paraibana que solicitou o serviço da Uber para ir a um atendimento médico.

Por PCV Comunicação e Marketing Digital

02/04/2024 às 07:23:12 - Atualizado h√°

A empresa Uber do Brasil Tecnologia, com sede em São Paulo, confirmou, através de ‘Nota’, que decidiu banir de sua plataforma o motorista que teria praticado racismo religioso contra uma passageira na cidade de João Pessoa, a senhora Lúcia de Oliveira, líder de um terreiro de Candomblé na capital paraibana que solicitou o serviço da Uber para ir a um atendimento médico.

A decisão se deu após o Ministério Público da Paraíba (MPPB) notificar a empresa pedindo esclarecimentos sobre o ocorrido na Capital do Estado da Paraíba.

Uma Notícia de Fato 002.2024.016457, chegou a ser instaurada, na terça-feira (26/03), pela promotora de Justiça, Fabiana Maria Lobo da Silva, que atua na área de defesa da cidadania pessoense.

A Nota

A Uber não tolera qualquer forma de discriminação e informa que a conta do motorista está banida da plataforma. Em casos dessa natureza, a empresa encoraja a denúncia tanto pelo próprio aplicativo quanto às autoridades competentes e se coloca à disposição para colaborar com as investigações, na forma da lei.

A Uber busca oferecer opções de mobilidade eficientes e acessíveis a todos. A empresa reafirma o seu compromisso de promover o respeito, igualdade e inclusão para todas as pessoas que utilizam o APP“.

O caso

O procedimento foi instaurado após uma líder da religião de matriz africana candomblé denunciar, por meio de uma matéria jornalística juntada aos autos, a prática racista. A reportagem denuncia que uma integrante de um terreiro localizado na capital pediu um transporte, na segunda-feira (25/04), e o motorista acionado enviou uma mensagem à usuária do serviço com conteúdo racista religioso e cancelou a corrida. Na matéria, a denunciante, que seria mãe de santo, diz que a prática é recorrente e que não poderia mais se calar diante do preconceito sofrido pelas pessoas integrantes da religião. Na esperança de providências, a passageira prestou boletim de ocorrência na delegacia.

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