O reitor Rangel Júnior (UEPB) revelou que, somente em 2018, o corte de repasses do Governo do Estado já passa de R$ 41 milhões, e isso “corresponde a praticamente dois meses de todas as despesas da instituição”. Por isso, segundo o reitor, “a UEPB tem enfrentado uma das mais sérias crises de sua história, o que tem prejudicado também o desenvolvimento de projetos de extensão”.

O Tribunal de Justiça até votou, há poucos dias, uma determinação para que o Governo Ricardo Coutinho procedesse o repasse integral para a Universidade. Na decisão, o TJ estabeleceu ainda que o Governo repassasse para a UEPB a diferença a menos que não transferiu em 2017. Mas, até o momento, ainda não cumpriu a determinação judicial.

A crise da UEPB é o que motiva uma audiência pública, realizada na manhã desta quinta (dia 9), na Câmara Municipal de Campina Grande. Segundo o reitor, é preciso encontrar rápidas alternativas para que a UEPB não venha a prejudicar irreversivelmente as atividades letivas e de extensão, que a colocaram no patamar de uma das melhores instituições de ensino superior do interior do País.

Audiência – Esta crise financeira que a universidade atravessa foi o que levou a Câmara realizar a audiência pública, atendendo a uma propositura da presidente Ivonete Ludgério.

Da redação – Helder Moura
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