Despertou curiosidade na praça o fato do governador Ricardo Coutinho ter contratado como advogado o ex-ministro José Eduardo Cardozo (e mais os advogados Márcio Lopes de Freitas Filho e Renato Ferreira Moura Franco), para sua defesa na Ação Penal 866, na qual é réu, por crime de responsabilidade, no Superior Tribunal de Justiça.

Ainda mais curioso, no entanto, foi o fato do ex-ministro (além dos mesmos dois advogados) também ser constituído dentro do Inquérito nº 1200, que tramita no Superior Tribunal de Justiça, desde agosto de 2017, e que trata das investigações em torno do assassinato do jovem Bruno Ernesto (em fevereiro de 2012), conforme Inês Ernesto do Rego Moraes e Ricardo Figueiredo de Moraes (pais de Bruno).

Inês e Ricardo peticionaram para ter acesso aos autos, uma vez que as investigações transcorrem em segredo de Justiça e tem como relator o ministro Felix Fischer.

Mistério – O mistério neste inquérito é que o governador Ricardo Coutinho, por uma razão ainda não explicada, peticionou nos autos (processo nº 2017/0211846-5), através do advogado Sheyner Asfóra, em 12 de setembro de 2017.

 

Da redação – Helder Moura
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