O Clube dos Oficiais emitiu nota, esta terça (dia 12), lamentando o assassinado do sargento Marinho e alegando que, se o Governo do Estado estivesse cumprindo a legislação, “provavelmente ele não teria morrido”. Lembrou o coronel Francisco, presidente do Clube, que o Governo não vem cumprindo decisão da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcante.

Conforme decisão da desembargadora (de 12 de maio de 2017), o prazo máximo para o policial militar ser destacado para Reserva Remunerada, não deve exceder 30 dias, a partir da entrada do processo. “Ele (sargento Marinho) havia dado entrada para a sua promoção, em 10 de abril de 2018. Se estivesse promovido, certamente não estaria trabalhando no Parque do Povo”, lamentou o coronel Francisco.

“Mais de 60 dias depois e somente após sua morte covarde a Polícia Militar da Paraíba publica sua promoção. Como está no Boletim do dia 11 junho. Absurdo o que o Comando da PM vem fazendo com seus integrantes”, pontuou.

E arrematou: “E agora? Quem vai responder administrativamente, civil e penalmente, por mais esses absurdo e flagrante descumprimento da decisão judicial que, a bem da verdade, não foi primeiro? Doou sua vida e não foi reconhecido pelo Comando da PM e pelo Governo do Estado.”

Crime – O policial foi morto a tiros na madrugada desta segunda (dia 11), no Sítio Ferraz, na Zona Rural de Queimadas. De acordo com informações da PM, o sargento estava trabalhando no São João 2018 de Campina Grande, no Parque do Povo, e foi morto quando chegava em casa, com dois tiros, um no tórax, outro na cabeça.

Da redação – Helder Moura
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